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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Segurança na Internet – Atividade 3 - Patrícia Silva
O surgimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) trouxeram muitos benéficos à população, na medida em que, facilita o acesso e a divulgação de uma vasta gama de informação, através de diversos meios e em qualquer lugar. “Da década de 90 para cá, habituámo-nos a uma panóplia de inovações na área das tecnologias da informação que transformou totalmente a nossa vida...”(Cardoso, 2014)
Dentro das TIC, ao focarmo-nos na Internet, hoje em dia praticamente toda a população utiliza-a não só para ter acesso a informação como também para, através das suas redes sociais, criar e atualizar o seu próprio perfil, realizar pesquisas por perfis de outros utilizadores e, em alguns casos, desenvolver o seu próprio negócio nesta vasta plataforma digital.
No entanto, as TIC e em particular as redes sociais, apesar de benéficas para a socialização, cruzamento de contactos e partilha de informação pessoal em grupos, também têm o seu lado menos positivo, mais propriamente negro, pela relevância e o impacto negativo desta na vida do utilizador. No que diz respeito aos jovens, o uso excessivo e diário destas redes, com a exposição sem qualquer cuidado da sua vida pessoal e em muitos casos também da privacidade da família e amigos, pode desenvolver situações perigosas ao revelarem inofensivamente dados como a sua morada verdadeira, números de telefone e escolas que frequentam. Ao tornarem públicas todas estas informações podem correr o risco de serem assediados por desconhecidos ou até mesmo surgirem encontros em contexto real que podem conduzir a violações, roubos e outras situações perigosas.
A Internet é um meio de pesquisa e comunicação muito aliciante nas crianças e nos jovens que, por sua vez, são utilizadores influenciáveis no que diz respeito às estratégias de marketing, uma vez que, são instigados a adquirirem todo o tipo de produtos. Este facilitismo por parte dos utilizadores em comprarem determinados produtos, leva a que exponham os seus dados pessoais e isto pode tornar-se perigoso, na medida em que, possam sofrer de episódios de burla e roubo de informações bancárias.
Na atualidade, muitas são as pessoas que vêem a sua privacidade exposta ao mundo, pois, foram roubadas fotografias que colocaram numa plataforma digital que julgavam ser segura. “Não é a primeira vez que piratas informáticos violam contas da Internet. (...) fotos e vídeos de celebridades americanas (...) foram parar à Internet.” (Belanciano, 2014)
Para combater a falta de segurança, de acordo com a informação fornecida na aula aberta e no debate, projetos como Internet Segura são essenciais, na medida em que, informa dos perigos existentes na internet, sensibiliza os seus utilizadores para esses mesmos perigos e incentiva a denuncia de conteúdos ilegais. No entanto, não são só estes projetos que desempenham o papel de abordar estes temas. Também os pais e professores devem contribuir ativamente para uma boa utilização da Internet, visto estes serem agentes essências no processo de educação.
Referências Bibliográficas
· Belanciano, V. (4 de Setembro de 2014). Não são apenas as celebrodades que estão a nu na Internet. Público , 25.
· Cardoso, R. (Julho de 2014). Se o Google diz é porque é verdade. Mas será mesmo?. Currier International , 22, p. 3.
· Rodrigues, J. V. & Rodrigues, R. (2014). Segurança na Internet. SeguraNet Centro de Competências (pp. 1-115). Setúbal: TIC - ESE/IPS.
Segurança na Internet – Atividade 3 - Raquel Quintinha
Atualmente as tecnologias de informação e comunicação (TIC) integram, cada vez mais, o dia-a-dia de vários cidadãos. Com a utilização destes recursos e, nomeadamente, com o uso da Internet, a forma como os cidadãos vivem, se relacionam e veem o mundo, tem-se modificado nas ultimas décadas.
A Internet passou a ser um meio de informação e comunicação privilegiado e, por esta razão, com vantagens mas também com algumas desvantagens. É por isso essencial refletirmos sobre o uso desta ferramenta e, consequentemente, sobre os perigos que esta simboliza. Nesta reflexão é minha intenção refletir sobre o conceito de “Internet segura”.
O maior risco da Internet é precisamente o não a saber utilizar da melhor forma. Para isto não acontecer é necessário: sensibilizar, formar, denunciar e informar os cidadãos. Consciencializar a sociedade para os perigos inerentes à Internet e forma-los, dando-lhes a conhecer estratégias, é a melhor forma de proporcionar a utilização segura deste instrumento.
São inúmeros os riscos a que podemos estar sujeitos com a utilização da Internet. “Para Ponte e Vieira (2007) os riscos da Internet dividem-se em três categorias: em riscos associados aos conteúdos, riscos relacionados com a participação em serviços interactivos e riscos ligados ao excesso de tempo de utilização, que podem conduzir ao vício e ao isolamento social. Para Tito Morais estes reflectem-se nos “cinco C”: conteúdos (legais e ilegais), contactos, comércio (publicidade enganosa), comportamentos (que podem levar a dependência) e copyright. O Projecto Internet Segura também refere os perigos associados à partilha de ficheiros, que pode conduzir à violação dos direitos de autor e expor os computadores a software indesejado, como os vírus e o spyware.” (Ferreira & Monteiro, 2009)
Em relação ao conteúdo, devemos ter a noção que nem toda a informação que consta neste tipo de instrumento é fidedigna, por isso, devemos recorrer a sites credíveis e questionar-nos sobre a veracidade das informações.
A exposição de dados pessoais é outro dos riscos que corremos ao postar informações que possam comprometer ou prejudicar a nossa identidade. Corremos o risco de nos roubarem a identidade, de conhecerem informações que levem alguém desconhecido a procurar-nos contra a nossa vontade e, ainda, o risco de sermos burlados.
A Internet através da utilização de chats, permite o contato com desconhecidos, o que nos dá a hipótese de conversar com estranhos e até de marcar encontros presenciais com alguém que só conhecemos virtualmente. Este tipo de atitude pode trazer inúmeros riscos e por isso devem ser muitos os cuidados a ter se este acontecimento ocorrer, tal como, nunca ir ter com este tipo de pessoas sozinho ou num local que pouco movimentado.
Outro dos riscos que se prende à utilização deste instrumento, relaciona-se com a forma como gerimos o tempo que dedicamos a esta tarefa. Devemos por isto, não nos prender demasiado ao mundo virtual, deixando de viver o mundo de outras formas além da Internet.
Para não corrermos os riscos nomeados anteriormente, devemos recorrer à instalação nos nossos computadores de algumas ferramentas que permitem a proteção dos dados presentes no mesmo. Instalar um antivírus e um firewall, manter a webcam tapada, realizar frequentemente cópias de segurança, não expor dados na Internet, ou outro tipo de informações que consideramos comprometedoras, devem ser cuidados essenciais a reter quando utilizamos a Internet.
Sobretudo é importante termos a noção que qualquer informação que colocamos ou vemos na Internet, pode comprometer-nos, enganar-nos e levar-nos a cometer ações que nos podem causar danos psicológicos e, ou físicos. A ideia-chave prende-se ao facto de que a utilização da Internet é vantajosa se nos soubermos proteger dos perigos da mesma.
Referências bibliográficas:
Balanciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na Internet. Público .
Cardoso, R. (2014). Se o Google diz é porque é mesmo verdade. Mas será mesmo? Courrier Internacional , 3.
Ferreira, P., & Monteiro, A. F. (2009). As TIC na aprendizagem e na formação - Riscos de Utilização das TIC . EDUSER: revista de educação, Vol. 1 , 88-99.
Guerreiro, A. (2014). A máquina Google. Público , 25.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Segurança na Internet – Atividade 3 - Rute Santana
O considerável avanço e desenvolvimento das Tecnologias de informação e comunicação, para além da sua índole positiva, devido às oportunidades que gera no sentido da criatividade e do desenvolvimento pessoal, tem trazido, cada vez mais, aspetos negativos, sendo estes o aumento da insegurança e da falta de privacidade dos seus utilizadores.
Segundo Rui Cardoso (2014, p.3) os indivíduos, desde a década de 90, adaptaram-se às diversas inovações existentes na área destas Tecnologias, mudando de forma visível a vida em sociedade. São exemplos destas a internet, as redes sociais, os computadores portáteis, a televisão, os telemóveis, entre outros.
Um dos maiores contributos para esta mudança foi, sem dúvida, a Google. Para além da sua capacidade monetária é de salientar que a atividade feita por parte dos seus utilizadores lhe dá a possibilidade de aceder a inúmeros dados pessoais e perfis. “Tão vasta e apetecível é esta informação que os serviços de espionagem e contraespionagem fazem tudo para lhe aceder.” (Cardoso, 2014, p.3)
Vitor Belanciano (2014, p. 25) afirma que não é a primeira vez que se sucedem acontecimentos de violação de contas da internet, por parte de piratas informáticos. Atualmente, não podemos ter a certeza se existem entidades fiáveis ou não, no que se refere à preservação de segredos ou a manter a privacidade dos usuários.
Desta forma, penso que a maneira mais viável, para controlar estas questões de privacidade, é não colocar nada na internet que possa virar prejudicial para a nossa identidade. Por outro lado, podemos tentar controlar a nossa privacidade, através da capacidade de gerir a quantidade de informação pessoal que disponibilizamos e os indivíduos que podem ou não aceder à mesma.
Devemos ser conscientes e ter em causa o que devemos ou não partilhar, como por exemplo, não partilhar informações que não gostaríamos que se tornassem públicas, reduzir dados que levem para a nossa identificação ou localização, entre outras. É fundamental termos alguns cuidados como o uso adequado de ferramentas, fazer constantes atualizações, utilizar antivírus e instalar os programas adequados para evitar ações que bloqueiem o computador ou, até mesmo, o roubo de informações.
É essencial utilizar as tecnologias com segurança de forma a prevenir diversos riscos, como por exemplo, conteúdos ofensivos e ilegais, como é o caso da pornografia, racismo, violência, droga, jogos ou informação incorreta. O roubo de identidade, aproximações indevidas, mensagens com falsos remetentes e burlas.
Em suma, tendo em conta os direitos de cada um, “Nada justifica a violação da privacidade, seja de quem for.” (Belanciano, 2014, p.25)
- Balanciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na Internet. Público
- Cardoso, R. (2014). Se o Google diz é porque é mesmo verdade. Mas será mesmo? Courrier Internacional , 3.
- Guerreiro, A. (2014). A máquina Google. Público , 25.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Atividade 2 - Trabalho de grupo sobre/com televisão
Na
unidade curricular Língua Portuguesa e
Tecnologias de Comunicação, foi-nos proposta a realização de uma atividade
no âmbito da oralidade e da escrita que tivesse como ponto de partida um
programa de televisão.
O programa escolhido para
desenvolvermos as atividades foi o “Mad Science”, que integra o programa do Bairro do Panda. Este programa
televisivo pode ser visualizado diariamente no canal panda. Ao longo das sessões
os habitantes do Bairro do Panda passam
por várias experiências, divertindo-se e adquirindo novos conhecimentos.
O “Mad Science” tem como principal
objetivo aproximar as crianças do mundo científico, de uma forma descontraída e
divertida. Existe ainda a preocupação na programação de cada programa, para que
haja uma aproximação entre o que é tratado na emissão e o programa curricular
do Ministério da Educação.
Para realizarmos as
atividades propomos partir da emissão deste programa em que os protagonistas
fazem um bolo.
O episódio em questão, além de conter assuntos
que podem estar subjacentes a vários tipos de aprendizagem, como é o exemplo do
processo de fermentação, pode ser, também utilizado para realizar uma atividade
no âmbito da língua portuguesa. Iremos agora demonstrar um exemplo de uma
possível tarefa que, a partir deste excerto, poderá trabalhar-se a oralidade e
a escrita em contexto de sala de aula. É importante referir que esta atividade dirige-se
sobretudo para alunos do 3º e 4º ano de escolaridade.
Quanto à realização da
atividade: inicialmente os alunos veem e ouvem a emissão; de seguida e, em
grupo a turma reproduz oralmente o que ouviu, os alunos poderão durante esta
altura fazer apontamentos da receita. Após a execução desta tarefa, os
estudantes devem redigir a receita em questão, respeitando a estrutura de um
texto deste tipo, instrucional. Partindo desta mesma
tarefa o professor terá a oportunidade de trabalhar algumas tipologias textuais,
como por exemplo: textos instrucionais, narrativos, argumentativos.
E
assim, sugerimos uma atividade que pode ser realizada em torno de um programa
televisivo e, dinamizada em sala de aula de forma a trabalhar a oralidade e a
escrita.
domingo, 19 de outubro de 2014
Atividade 1- Patrícia Silva
Reflexão
Individual
As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são cada
vez mais reconhecidas e necessárias na nossa sociedade e, representam um tipo
de recurso tecnológicos utilizado, por exemplo, para fornecer e adquirir
conhecimentos, utilizar processador de texto, mostrar vídeos e utilizar
plataformas online. “As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) não são
apenas meros instrumentos que possibilitam a emissão/recepção deste ou daquele
conteúdo de conhecimento, mas também contribuem fortemente para condicionar e
estruturar a ecologia cognitiva e organizacional das sociedades.” (Silva, B.
2002)
O fenómeno natural da globalização e o surgimento/avanço das
novas tecnologias, vieram alterar a nossa sociedade, surgindo assim, por
consequência, “novas necessidades de comunicação aos
povos do mundo, valorizando-as, o que se tem repercutido, também, num
expressivo estímulo à aprendizagem de línguas, divulgando-as
significativamente. Neste sentido, surge valorizado também o domínio das
línguas e culturas maternas.” ( Botelho, F. 2005) A necessidade de comunicação entre
os povos de outras nações, a troca de conhecimentos e saberes bem como a
circulação da economia, fizeram com que estas novas tecnologias evoluíssem e,
por consequência se desse um desenvolvimento global.
“À medida que estas sociedades se foram
desenvolvendo e, consequentemente, exigindo novas competências, foram-se
acentuando preocupações com o nível de conhecimentos das populações, sobretudo
ao verificarem-se dificuldades de leitura e de escrita em situações formais e
informais da vida quotidiana naqueles que haviam frequentado a escola.”(Botelho,
F. 2006). Antigamente a literacia
estava ligada apenas às competências da escrita, no entanto, esta teve uma
necessidade de sofrer alterações, pois, com a evolução da sociedade cada vez
mais, há uma ligação entre as diversas línguas faladas no mundo, há uma maior
comunicação entre os povos de outras culturas, onde, as “tecnologias de
comunicação criaram um ambiente cultural totalmente diferente, reconfiguraram o
papel da linguagem verbal, mormente da palavra escrita, passando a ser apreciada,
a par de outras formas de expressão simbólica, onde se incluem imagens, sons,
música e formas electrónicas de comunicação”
(Botelho, F. 2006)
Nos dias que correm, houve uma necessidade de acompanhar a
evolução da humanidade e dos novos recursos que iam estando disponíveis ao
homem. A escola, que faz parte de um meio importante da sociedade, sentiu a
necessidade de se reestruturar e deixar de ter um ensino tradicional, onde os
alunos memorizavam a matéria e o ensino reduzia-se à transmissão de conhecimentos,
para passar a ter um ensino, digamos, atual com novas ferramentas pedagógicas
por vezes mais estimulantes para o estudante, onde o mesmo aprende algo, a
fazer/praticar.
Nem todas as escolas conseguem acompanhar a evolução natural
da sociedade, não estando por isso devidamente equipadas com novos recursos
pedagógicos, sendo assim, necessário “construir comunidades ricas em contexto, onde a aprendizagem
individual e coletiva se constrói e onde os aprendentes assumem a
responsabilidade não só da construção dos seus próprios saberes, mas também da
construção de espaços de pertença onde a aprendizagem coletiva tem lugar.” (Figueiredo,
A. 2000)
As TIC têm um papel muito importante na Escola e, cabe
ao docente a tarefa de utilizar novas ferramentas de ensino, que promovam o
sucesso escolar dos estudantes. Utilizar de forma correta as TIC, será uma
grande mais valia para a vida dos alunos, contribuindo para que estes tenham
êxito no trabalho e no seu desenvolvimento social. “É certo que as TIC promoveram uma dinamização sem precedentes das aulas. O
uso de plataformas online (e.g. Moodle), os quadros interactivos, os
projectores de vídeo, a televisão, a Internet entre tantos outros recursos,
permitiram um envolvimento bastante positivo de todos os intervenientes num
processo de ensino e aprendizagem que como sabemos foi bastante alterado pelo
Tratado de Bolonha.” (Fidalgo, P. 2009)
As tecnologias de informação e comunicação, têm a vantagem de
disponibilizarem um vasto leque de aplicações estimulantes e educativas para os
estudantes, que devem ser exploradas de forma positiva, contribuindo para a
aquisição de novas competências. As aplicações como, a plataforma Moodle, os
jogos com intuito educativo e os blogues, são muitas vezes utilizadas em salas
de aula e “permitem o alargamento do espaço e tempo de aprendizagem para além
da tradicional sala de aula.” (Paz, J. 2008) No entanto, existe um lado menos
positivo em relação às TIC, que é o facto de alguns professores não se sentirem tão à vontade com estas
tecnologias e tentaram “fugir” destas numa dinamização em sala de aula. Muitos são os professores que defendem que as
TIC não trazem nada de bom no ensino-aprendizagem e, talvez pensem que “Há
"velhas" competências que fazem muita falta e que a facilidade de
acesso à informação (Internet) não substitui, como a capacidade de interpretar,
e reflectir sobre, a informação” (Paz,
J. 2008) tornando-se assim, neste ponto de vista uma desvantagem da utilização
das novas tecnologias.
Concluindo, as novas tecnologias são um bem fundamental para o Homem pois,
através destas, se criam/disponibilizam conhecimentos e, se comunica com o
Mundo. As novas tecnologias abrem uma porta para novos projetos/desafios e
criam estratégias que irão caracterizar e definir o futuro, onde
hipoteticamente tudo será tecnologia numa Era digital.
Referências
Bibliográficas
·
Botelho,
F. (2005). Globalização e cidadania: reflexões soltas
·
Botelho,
F. (2006). Textos e literacias
·
Dias
de Figueiredo, A. (2000). Novos Media e Nova Aprendizagem
·
Fidalgo,
P. (2009). O Ensino e as Tecnologias da Informação e Comunicação
·
Paz,
J. (2008). Educação e Novas Tecnologias
· SILVA, Bento (2002). A Tecnologia é uma
Estratégia para a Renovação da Escola. Movimento. Revista da Faculdade de
Educação da Universidade Federal Fluminense, no 5, Tecnologia Comunicação e
Educação. Rio de Janeiro, Brasil, pp. 28-44.
Atividade 1- Rute Santana
Atividade 1 - Reflexão Individual
As
Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) encontram-se cada vez mais
avançadas e em constante desenvolvimento constituindo, atualmente, um papel
integrante na sociedade. Podemos defini-las como um conjunto de recursos
tecnológicos que são utilizados em diversas áreas, como por exemplo, a
indústria, o comércio, o sector de investimentos e a educação.
Focando-nos
na área da educação, as TIC são um elemento constituinte do ambiente de
aprendizagem e o seu avanço conduz a um paradigma do processo
ensino/aprendizagem. A utilização das tecnologias de informação e comunicação
podem ser relacionadas com a literacia (capacidade de utilização da língua
escrita), ou seja, através destas podemos alargar o conjunto que competências
que a literacia envolve tendo como base a construção do conhecimento através de
uma ampla variedade de mensagens, de forma a incluir não só as verbais, mas
as imagens, o som, os próprios media e as mensagens suportadas pelas mesmas.
Ao aliarmos as TIC ao meio educacional existem não só pontos positivos mas,
também, negativos sendo que ainda podemos encontrar atitudes de resistência,
por parte dos mais velhos, face à sua utilização. “…todos os avanços e desenvolvimentos científicos e
tecnológicos constituem mudanças significativas na sociedade, trazendo consigo
aspectos positivos e negativos; deste modo, as questões da globalização, da
informação e da sua acessibilidade e utilização constituem inquestionável
conquista da Humanidade (Sá Chaves, 2001; Sousa Santos, B., 1989).”
Como pontos positivos para a sua utilização podemos referenciar uma maior actividade e
interactividade, mobilidade, convertibilidade, conectividade, ubiquidade e
globalização. As TIC promoveram a
dinamização das aulas através de plataformas, quadros interativos, projectores
de vídeo, internet e muitos outros recursos que permitiram apoiar a
aprendizagem de conteúdos e o desenvolvimento de capacidades específicas por
parte dos alunos. A atitude destes torna-se mais positiva visto que as
tecnologias já fazem parte do seu meio natural, quer a nível social, a nível
didático ou em termos de formação.
Neste contexto encontramos também pontos negativos para a
utilização das tecnologias, como as dificuldades em utiliza-las e a sua mesma
utilização obriga a uma reformulação de conteúdos, estratégias e materiais
didáticos. Podemos verificar que, hoje em dia, muitas escolas ainda se
encontram mal preparadas e com falta de recursos para utilizar a tecnologia
como fonte de educação.
É de salientar que, apesar de as TIC serem responsáveis por
um elevado nível de desenvolvimento e mudanças na sociedade, temos como ponto
negativo o fato de esta não abranger o mundo todo, excluindo cidadãos que não dispõem de
pré-requisitos básicos, no que se refere às suas condições de vida e muito
menos de formação, que lhes possibilitem o acesso e, por consequência, a
possibilidade de permutar, de descobrir e de reconstruir o conhecimento.
Concluindo, a utilização das TIC na área da educação
deve ser um processo multidisciplinar que permita transmitir, conceber e
desenvolver aprendizagens e competências aos estudantes. A utilização de novas tecnologias deve incidir em mudanças
significativas no ensino, com o intuito de inovar e aumentar consideravelmente a
sua qualidade como, por exemplo, a introdução destas como uma disciplina nos
ensinos básico e secundário, promover a utilização de computadores e de Internet
nas escolas, disponibilizar os recursos educativos digitais, entre outras. Com
isto pretende-se criar e desenvolver conhecimentos e, de certa forma, comunicar
com o mundo que cada vez mais se encontra direccionado para uma Era digital.
A utilização correta das TIC irá beneficiar a vida futura
dos estudantes e aumentará o seu sucesso escolar, o que irá também contribuir
para o seu êxito em diversos campos, quer a nível social, quer num futuro
profissional.
Referências Bibliográficas
·
Botelho,
F. (2005). Globalização e cidadania: reflexões soltas
·
Botelho,
F. (2006). Textos e literacias
·
Fidalgo,
P. (2009). O Ensino e as Tecnologias da Informação e Comunicação
·
Dias
de Figueiredo, A. (2000). Novos Media e Nova Aprendizagem
·
Paz,
J. (2008). Educação e Novas Tecnologias
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